Nesses dois meses, eu passei por várias coisas e descobri em mim, o que ando gostando ou não:
Eu gosto:
- das frases da Madre Teresa de Calcutá e da mulher que ela sempre será (sim, seu exemplo como ser humano e suas mensagens são atemporais),
- eu acredito que poderemos algum dia viver em paz sim e acho que para isso temos que nos tornar corajosos e inteligentes (salve Ganhdi, exemplo universal de amor),
- eu adoro a Discovery Channel que sempre mostra a continuidade da vida e o equilíbrio da natureza,
- eu adoro olhar o céu de SãoPaulo, que continua sempre lá azul e lindo (ah,eu nãovejo a poluição não).
O que eu não gosto:
- dos assuntos pessimistas e do medo da violência que ouço e vejo nas ruas,
- de fofocas em geral,
- dos olhares tristes em geral.
A vida não é fácil, eu sei. E, também não estou aqui para me passar por Pollyanna.
Mas, depois de estudar a vida de grandes pessoas como Bezerra de Menezes, Eurípedes Barsanulfo, Yvonne Pereira e assistir o filme da história do Gandhi, eu sinto que eles não eram pessoas diferentes pelo que fizeram, mas sim, pelo que sentiram e acreditaram em suas almas.
Viver para eles foi mais que um ato de fé, foi o amor sublime mesmo, manifestado em forma de seres humanos.